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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Tô brava demais


Quando pensei, durante a madrugada em fazer este blog foi por tres motivos:

1º - Agradecer e homenagear a querida e antiga amiga Raquel que me presenteou com esta linda música;

2º - Como adorei o presente, e gestos bonitos e coisas bonitas a gente não pode ser egoísta e deve dividir, resolvi presentear a uma outra amiga a Sulamita, catarinense linda de coração;

3º - E o pior pensamento, estou muito brava e puta desde ontem a tardinha quando desabou um temporal acompanhado de ventos nesta cidade. Destelhou meu cafofo e parte da casa da minha mãe.

Ô gente, ninguém merece viu? É água pra todo lado, tapetes fedidos, umidade saltando pelo nariz, isto dentro da casa da mãe, porque no meu cafofo o teto parece que a calha virou lá dentro, cada chuva agora e a torneira se abre EXATAMENTE no centro do quarto. Lá se foi colchão, roupa de cama e agora torcendo para o ventilador de teto não queimar.
Estou num estado de espírito que nem a foto acima. Já gritei na orelha do pedreiro que fez a M...do telhado.
Explicando: este pedreiro é um amigo (imagino se não fosse), tenho liberdade para, literalmente, gritar na orelha dele, e em resposta ele vai na cozinha, pega um cafezinho e fala para minha mãe: "deixa eu sair de perto é hoje que ela tá brava demais"
Assim meu terceiro dia do Novo Ano; NINGUÉM MERECE.
Pior de tudo ainda é escutar: Não fique bravaaaaaa, eu mato um até o final do dia, juro que mato.
Gente acredite se quiser:
Sou de uma tranquilidade zen budista.

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